quinta-feira, 12 de novembro de 2009

Nosso casamento...A balada




Minha sogra mandando ver!


Ale entre amigos


Com minhas irmãs


Com Ale



Quando eu estava no altar já com o Alexandre ele me disse depois que eu tremia. Não percebi, mas juro para vocês que depois da cerimônia, da sessão de fotos oficiais, o corte do bolo, os cumprimentos dos convidados, mais fotos...só relaxei mesmo quando o jantar foi servido e as luzes começaram a baixar. Eu queria festa, ver aquele salão fervilhando e como minha cabeça já estava abastecida de prosseco e alegria, eu mesma puxei o povo para dança. Alguém distribuiu os acessórios da balada e de repente o clima se transformou.

O Dj tocou toda a minha seleção durante o inicio da festa até o jantar e eu fui ficando louca sem acreditar que ele não entendeu que eram para ser tocadas na hora da balada. No fundo também foi bacana, pois todos diziam estar adorando a trilha sonora.

E assim começou verdadeiramente a nossa festa, com direito a Depache Mode e a Sandra Rosa Madalena, do Magal. Eu e o Ale, assim como um grupo relativamente grande de amigos saímos no rodo, dançamos até a última música, mas o DJ nem nos deu uma saideira. Eu queria aquela do Rappa: Valeu a pena ô ô ô!

Por isso meu povo eu acredito naquela equação: Menos luz +comida e bebidas fartas+ música boa = Festa perfeita.

Eu curti muito mesmo, só me arrependo de não ter comido nem um terço do que foi servido. Com o Ale aconteceu o mesmo, mas o que importa é que nos divertimos muito na companhia deliciosa de nossos amigos e familiares. Isso está nítido nas fotos não?

quarta-feira, 11 de novembro de 2009

Coisas que a gente esquece...

Para quem já casou ou está se preparando para subir ao altar, sabe exatamente o significado da palavra ansiedade e o que isso causa no nosso dia-a-dia, principalmente nas últimas horas antes do Sim. Durante cinco meses organizei todos os detalhes do meu casamento, sem direito a assessoria ou cerimonial.Para quem acompanha o blog sabe da minha trajetória. Escolhi cada fornecedor e praticamente em todos já fui com minha idéia pronta, a começar pelo vestido (história que vale mais um post). Até as músicas da festa eu fiz uma lista imensa, para não correr o risco de ouvir o que não curtimos.

As únicas coisas que escolhi junto ao fornecedor foram as embalagens dos bem casados, a roupa do noivo e a comida do buffet. Até para floricultura fiz um projetinho com fotos e apresentei lá. Escolhi as cores e cada tipo de flor, assim como o bouquet, tudo previamente aprovado antes da festa. Com tantos detalhes fica difícil no final não esquecer nada. Eu tinha programado uma saída triunfal da capela, com pétalas brancas e bolinhas de sabão, uma dica da minha fotógrafa que acatei com entusiasmo.

No dia do casamento me mudei para o hotel no inicio da tarde e não voltei mais para casa. Deleguei umas tarefas para amigas, mas acabei esquecendo os aparelhinhos para fazer bolas de sabão, assim como os cones para as pétalas. A idéia era distribuir esses acessórios para os convidados usarem no final da cerimônia. Juro que só fui lembrar desses detalhes fofos quando uma chuva de pétalas caiu sobre nós na saída da capela. Algumas crianças que estavam ali jogaram na gente e só então a ficha caiu:Esqueci os cones para as pétalas e as maquininhas de bolhas de sabão!


A foto não é das melhores, não é das fotografas oficiais, mas da pra ter uma ideia

Foi uma pena! Teria dado lindas fotos, mas esquecer também faz parte da vida.

terça-feira, 10 de novembro de 2009

Lindas surpresas...

Quando eu comecei a enviar os convites do casamento para toda minha família que mora no Ceará, contei uns 40 envelopes ou mais. Pensava comigo: Pena nenhum deles virem para minha festa. Lembrei de momentos felissíssimos quando minha avó Nenen, mãe do meu pai era viva e que conseguia juntar todos para festejar o natal em sua casa.

Lembrei dos domingos de almoço na casa de vovó Edith, dos vários tios e primos que ali se juntavam ao redor da mesa. Alguns momentos tristes também vieram desenhar sua dor nas minhas lembranças, como quando a família inteira se mobilizou para dar uma força a tio Eduardo e tia Marizinha quando nossa iluminada Eduarda decidiu voar para o andar lá de cima.

Eu fui morar longe demais. Pensava. Mas havia rumores e promessas de alguns virem prestigiar esse momento comigo.Os dias foram se aproximando e felizmente pessoas muito queridas da família do meu pai confirmaram sua presença. A primeira surpresa foram meus padrinhos, tio Eduardo e tia Marizinha, depois minha tia Mazé, minha prima jamile (que eu jamais pensei que viesse) e por último Silvana, outra prima encantadora que até o último momento se desculpava por não poder vir.


Com Jamile e Silvana


Eu Janice e tio Eduardo


Minhas tias Mazé e Marizinha

Um dia antes do casamento ela apareceu de surpresa aqui em casa e eu quase cai para trás. Sabe aqueles momentos felizes que você nem sabe se merece?Durante a semana que antecedeu meu casamento fui merecedora de encontros assim. Fiquei anestesiada de tanta coisa linda acontecendo.Deixo aqui umas fotos dessas cenas que me encheram o coração. Só tenho a agradecer por tudo.



Silvana ainda consguiu pegar umas orquideas do meu bouquet

segunda-feira, 9 de novembro de 2009

Detalhes...



O Sapato, o convite, foto do meu pai no acessorio do bouquet

Eu quis um convite diferente, cheio de cor e que refletisse um pouco da gente. Somos amantes da arte e da natureza. Minha amiga Cris desenvolveu e me presenteou com esse lindo convite, alegre e único. O sapato que tanto demorei a encontrar e que amei, fez muito sucesso também, pois ainda são poucas as noivas que abandonam o escarpim branco e ousam nesse acessório. A foto do meu pai que não está mais entre nós me acompanhou no bouquet.Uma pequena homenagem a esse ser que tanto me amou e que estaria orgulhoso ao me levar para o altar se estivesse vivo.

São os pequenos detalhes que vão mostrando a personalidade dos noivos num evento tão previsivel como o ritual do casamento.

quinta-feira, 5 de novembro de 2009

No que uma boa idéia pode se transformar

O casamento já aconteceu, mas ainda tenho muito que contar. Nesse post irei registrar a história da Van. Desde o principio tivemos a idéia de contratar uma van para transportar parte da minha família que veio para o evento, assim como amigos que estivessem sem carro ou sem condições de dirigir. Os pais do Alexandre decidiram nos presentear com esse serviço para os nossos convidados e para ficarmos tranqüilos.

A cerimônia começava às 20 horas e a van passaria na minha casa e no hotel para levar todos. Uma idéia perfeita!



O relógio marcava 19:30 e eu ainda estava me arrumando extremamente nervosa com medo de chegar atrasada, pois penso ser totalmente out isso de atraso de noiva. Sem contar que no nosso contrato com a igreja, havia uma cláusula de multa se houvesse atraso. Eu só pensava uma coisa: O Ale não deve levar carteira para o altar, quem vai pagar isso? Já via a cena da gravata passando antes do álcool e da festa. Como eu tremia!

Para completar, na pressa vesti o vestido antes de colocar o saiote (acessório que fica embaixo do vestido para dar um certo volume). Meu Deus! E os botões! Abrir tudo e fechar de novo! Um desespero! Sem contar que o cabelo liso insistia em não formar os cachos mesmo com o baby liss quentíssimo.Talissa, a fotógrafa que estava fazendo o making off foi um anjo tentando me tranqüilizar.

Luiza, uma das minhas madrinhas me levou, juntamente com Lubek e João até o buffet. Cheguei mais rápido do que imaginava. Fiquei ali no carro esperando a minha vez de entrar, mas de repente percebi que o noivo ainda não tinha entrado, nem os padrinhos e o relógio já marcava 20 horas.


Aqui já mega relaxada com Lubek, Luiza e João

Eu já estava ficando desesperada sem entender nada, até que minha sogra veio avisar que a van estava perdida pelo bairro. A idéia que era perfeita até então, causou o maior transtorno da noite.O motorista não conhecia bem o bairro e nem um GPS ele tinha. Eu não sabia mais o que pensar, com certeza minha ansiedade deve ter ficado registradissima nas fotos feitas nesse momento dentro do carro.

Só sei que em pouco tempo vi todos chegarem e o espetáculo começou. A cereja do bolo da ansiedade veio quando ouvi a música tocar e eu ainda nem estava posicionada. O Dj vacilou com a minha surpresa para o noivo, mas mandei voltar à música, respirei fundo, olhei para tio Eduardo(meu tio e padrinho que entrou comigo) que tremia como eu e fomos entrando bem devagar pois eu queria chegar ao altar somente quando Djavan estivesse nesse refrão: Te adoro em tudo, tudo, tudo, quero mais que tudo, tudo, tudo, te amar sem limites viver uma grande história.

E assim cheguei aos braços do Ale que estava mais lindo do que nunca. Depois da cerimônia ele me disse: O homem não perdoou, exigiu a multa. Se não fosse um envelope com dinheiro que o Ale ganhou de presente de dois amigos ia ter que rolar uma vaquinha para pagar a tal multa. Já pensou?

Ricardo e Tripa, obrigado por salvar nosso casamento. E como toda grande história tem lá os seus percalços a nossa teve esse. Van perdida +,cerimônia atrasada = Multa. Mas a noite estava apenas começando.

terça-feira, 3 de novembro de 2009

A festa dos bobs no dia da noiva


Wilma, minha cabeleleira concentradissima...


Minha mãe e Rachel relaxando de bobs...

Uma das minhas maiores indecisões era sobre o dia da noiva.Fiz alguns orçamentos, li depoimentos de noivas em outros blogs e optei por passar meu dia de noiva num hotel.Convidei minha cabeleleira, algumas amigas, minhas irmãs e minha mãe, comprei uns petiscos e me mudei para lá logo depois do almoço.Cheguei sozinha e ali tive meu momento de reflexão solitária depois de uma semana de turbilhão de emoções. Coloquei meu vestido em cima da cama, os acessórios, a foto do meu pai...Chorei.


Meu vestido sobre a cama


Ainda estava tranquila...


Levei a foto do meu pai no bouquet


Mas logo a mulherada foi chegando e a festa se formando.Ali vi que foi uma decisão acertada passar esses últimos momentos entre gente muito querida, pois com certeza num salão eu não teria a tranqüilidade que tive ali. Mas também preciso de dizer que de acordo com o andar das horas minhas pernas tremiam, meu coração palpitava. Teve horas que o quarto estava cheio de gente, todos queriam ver como eu estava e o astral alto de todos que por ali passaram foi um bálsamo para mim. Foram muitas fotos pois ganhei dois making off, um da minha fotógrafa oficial e outro do meu amigo Herval.Mas essas fotos desse post foram feitas na minha câmera, pois ainda não estou com as oficiais.




A própria dona Florinda!


Eu e minha irmã janice

segunda-feira, 2 de novembro de 2009

Deu tudo certo!

Estou passando aqui rapidinho para dizer que no fim deu tudo certo. Prometo durante a semana contar em vários posts, todo o trajeto até o altar, a cerimônia, a festa, enfiom, detalhes que compõem a história desse casamento.Esse blog ainda terá um tempinho de vida, aguardem!

Por enquanto roubei umas fotos da minha amiga Jô, que carinhosamente, assim como muita gente querida, registrou cada passo nosso da noite de 31 de outubro.


Começando a entrar na capela com meu tio Eduardo


Já depois da cerimônia


Entrando no salão para começar a festa



Eu e minha queridissima amiga e professora Jô, autora dessas fotos!