domingo, 30 de agosto de 2009

Quem não tem Padre Rino, vai com Dom Jurandir!

Sexta-feira fez um céu de brigadeiro em São Paulo, dia quentíssimo, nem parecia inverno. Mas eu funciono melhor nos dias de calor e fui animadíssima conhecer pessoalmente o padre o qual eu já havia me comunicado por telefone e e-mail. Para quem já leu todos os posts desse blog, sabe que meu desejo era de um casamento celebrado pelo meu amigo Padre Rino, no entanto isso não vai ser possível. A saída foi buscar um plano B. Primeiro falei com o padre Augusto, que nos pareceu seríssimo e sem muito carisma. Depois saí peregrinando as igrejas do meu bairro e só encontrei burocracia. É um tal de curso de noivos, crisma, transferência de paróquias...

Eu só queria um padre bacana para fazer uma benção, nada mais do que isso. Nunca imaginei ser tão complicado casar no religioso. Para ser bem sincera esse é um sonho mais da minha mãe do que meu, mas que desejei com afinco realizar.Quero dar esse presente a uma das pessoas que mais amo nessa vida.

Em meio a essa busca por um padre, recebo a indicação do Dom Jurandir, padre da Igreja Católica Ortodoxa. Eu cheia de dúvidas fui no google pesquisar sobre a igreja, sobre o padre e entrei em contato com o mesmo. Segundo o padre, a cerimônia é muito parecida com a da Igreja Católica Romana, só que existe mais interação entre o padre e o público. Como assim? Não me perguntem pois não sei direito, estou averiguando. Só sei que terminei a semana com uma pendência a menos. Agora já temos tudo certo para o casamento religioso.

Se estou satisfeita? Não sei, mas deixo isso agora com Deus, pois desde que comecei a procurar um pároco, deixei na mão dele a escolha. Espero que nós tenhamos merecimento de ganhar uma cerimônia linda, como Dom Jurandir disse que faz. Meus dedos estão cruzados!

PS:A foto aí de cima é meramente ilustrativa.

quinta-feira, 27 de agosto de 2009

Começando a preparar o casamento civil


Para variar a semana nem começou e já é quase sexta. Estou meio lenta no andamento das coisas, mas olhando a minha lista algo me diz que está tudo sob controle. Já liguei para o cartório, tenho todos os documentos, falta apenas o noivo arranjar um tempo para irmos lá. Se conseguirmos dar entrada nos papéis amanhã, estaremos casados legalmente por volta do dia 25 de setembro. Vou confessar que essa coisa de assinar papel para ficar junto sempre me apavorou. Dentro de mim uma voz dizia que ao assinar o encanto seria quebrado. Passei anos acreditando nisso e pulei fora dessa idéia algumas vezes. Hoje sinto que essa voz fantasmagórica só me protegia e me guardava para o Alexandre, que chegou na minha vida quebrando paradigmas e me ganhando com a força da sua simplicidade e um amor tão profundo que levou embora todos os meus velhos medos.
Esses papéis assinados merecem sim uma linda comemoração. O Alexandre pensou em irmos ao restaurante Famiglia Mancini fazer um brinde com a familia, mas ainda não falamos muito sobre isso. Estou tão envolvida com esses preparativos que ainda não tinha pensado muito no civil. Agora escrevendo esse post, minha cabeça começa a fervilhar de idéias gostosinhas para esse dia. Me aguardem!

Amanhã também é dia de ir acertar pessoalmente com o padre. Com certeza depois disso voltarei para casa com aquela sensação deliciosa de riscar mais uma pendência da lista.


Alguém sugere algo legal para o civil?

quarta-feira, 26 de agosto de 2009

Vamos relembrar os anos 80 na nossa festa?

Quanto ao DJ, não é assim um Zé Pedro ou um Memê, mas um alemão de nome meio esdrúxulo chamado Gerd Putz. Sabe aquele personagem da novela Caminho das índias (Sim eu sou mesmo noveleira!) que é parceiro da malvada Ivone? A psicopata!. O que usa lentes verdes!

Gerd é o DJ oficial do clube alemão onde irei casar. O bom é que apesar de não ter o estereótipo de DJ moderno, ele é antenadissímo e ótimo ouvinte. Me deu algumas sugestões, viu que não curti, deixou que eu me expressasse, afinal a festa é minha. Da nossa reunião saiu um dever de casa para mim e uma listinha das intocáveis para ele: Axé, sertanejo, pagode, valsa, funk.

Será uma festa matematicamente assim: 20% musicas dos anos 60 e 70, 70% trilha dos anos 80 e 10% de anos 90. Quero todo mundo na pista! Por favor me ajudem na lista de músicas imprescindíveis, mandem e-mail para os noivos com suas 4 preferidas da geração 80.

terça-feira, 25 de agosto de 2009

Se eu fosse me casar hoje seria assim!


Amei esse figurino da Débora Block na novela Caminho das Indias. Simples e muito chic. Sem frufrus e só um ombro. Adoro! No dia dessa cena achei tão belo o vestido e o conjunto que fiquei falando que lindo! Chic! em voz alta. O Alê deu um risinho e perguntou: O teu é assim amor?

Eu cá com meus botões pensei: Tão lindo quanto!

segunda-feira, 24 de agosto de 2009

Qual é a música?

A semana começa e hoje é dia de rever pendências e falar com o DJ sobre o roteiro musical da nossa saga até o altar e a festa. Confesso que vou desarmada, sem muitas idéias, só sei que queremos algo que relembre os anos 80, época que pelo menos uns 60% dos nossos convidados viveu e foi adolescente. Espero voltar dessa conversa animada e segura, pois o buffet onde tudo irá acontecer não permite a contratação de outro profissional que não seja o DJ deles. Tomara que essa ditadura não nos faça reféns da playlist do tal DJ. Minha idéia inicial era que cada convidado nos mandasse uma pequena lista com 4 músicas as quais ele queria ouvir na festa. Essa idéia será concretizada ou não depois dessa conversa que terei hoje com o chefão da música do Kolping Hoaus(local do nosso evento).

Preciso de un poquito de suerte hoje!

domingo, 23 de agosto de 2009

Algumas viagens...Sempre perto da natureza!

Maresias-Litoral norte-SP
Campos do Jordão-SP

Barra do Sahy- litoral norte-SP

Torres-Rio Grande do Sul-RS

São Vicente-SãoPaulo-SP

Cannion Fortaleza, Rio grande do Sul-SP

Praia de Tambaba-PB

Praia do Francês- Alagoas

Acho que definimos a lua de mel, mas esse é tema para um próximo post. Adoramos viajar. Já passamos por João Pessoa, litoral paraibano, Maceió com Praia do Francês, litoral de SãoPaulo, Campos do Jordão, região dos cannions no Rio grande do Sul, entre outras pequenas viagens. Na próxima vamos sair do Brasil pela primeira vez juntos.

sexta-feira, 21 de agosto de 2009

A verdadeira história do bouquet...

Como ultimamente ando pensando demais no bouquet, esse acessório tão cobiçado, resolvi pesquisar e escrever sobre o mesmo. Ainda não decidi as flores e a cor do meu, mas confesso que os clarinhos com mistura de flores grandes e pequenas me atraem mais. Àqueles vermelhos redondos que caíram no gosto da “noivarada”, são os que menos me chamam a atenção. Também gosto dos que misturam vários tipos de flores e cores porque ficam meio exóticos. Mas isso não quer dizer que no fim eu não possa me render a um clarinho básico. Cabeça de noiva muda a toda hora quando a ocasião exige uma escolha.

Então vamos ao que interessa, a história do bouquet. Atualmente esse acessório apesar de concorrido é meramente decorativo, no entanto, segundo alguns sites pesquisados por mim na Internet, seu propósito ao ser criado na Grécia antiga era o de proteger a noiva. Como a mesma atrai todos os olhares para si, as flores serviam como um filtro contra o mau olhado e os maus espíritos. Além das flores, um pouco de alho e trigo. Esperava-se que o alho afastasse maus espíritos e o trigo atraisse a fertilidade. Os antigos romanos costumavam atirar flores no trajeto da noiva, pois acreditavam que as pétalas fariam a noiva ter sorte e dar carinho ao marido. Na antiga Polônia, acreditava-se que, colocando açúcar no buquê da noiva, seu temperamento se manteria "doce" ao longo do casamento.


Aprofundando minha pesquisa, encontro o blog do jornalista Daniel sonim e encontro um pedaço da história (nada romântica) não só do bouquet, mas da tradição das noivas de maio:
“Já adianto que a tradição não tem nada a ver com superstições ou motivos religiosos. Na Europa, durante a Idade Média, junho era o mês das noivas. Mas o primeiro banho do ano acontecia em maio. Isso porque, no hemisfério norte, nessa época, o tempo começa a esquentar. Mesmo acreditando piamente que o frescor do banho tomado no mês anterior permanecia, as noivas se precaviam ao levar ramos de flores perfumadas durante a cerimônia para disfarçar os odores desagradáveis que exalavam. O problema é que os buquês não eram milagrosos o suficiente para garantir um casório cheirosinho”.
Depois de ler esse texto acima só me resta agradecer por ser uma noiva no ano de 2009, onde já existe a opção do tal dia da noiva, onde podemos passar deliciosas horas nos proporcionando banhos perfumados de ofurô, massagens relaxantes e com óleos cheirosinhos, além de um mundo de coisas que nos fazem ser a mulher mais perfumada da festa. Se alguém souber de mais alguma história é só deixar nos comentários.